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abr 23

A marcha a ré do Rio Pinheiros

A marcha a ré do Rio Pinheiros dos paulistas.

No começo do século passado, os rios Pinheiros e Tietê ainda eram sinuosos e de suas margens era possível pescar, assistir às regatas de barcos e competições de natação.

Mas já no fim dos anos 20, o destino dos nossos rios começava a ser drasticamente alterado. Primeiro, foram quase duas décadas de obra de retificação dos rios, tirando suas curvas naturais e grande parte das matas ciliares.

Depois, o mais violento, a inversão do curso da água do Rio Pinheiros, forçando sua água a ir em direção contrária, subindo 30m em direção à Serra do Mar através de estações elevatórias. Essa obra cara foi feita para criar um grande represa, que teria sua água inicialmente usada na geração de energia em Cubatão (Usina Henry Borden) com uma grande queda d’água.

Nos anos 70, vieram as marginais expressas acabando com o que restava de mata ciliar e isolando ainda mais os rios do convívio com os paulistas. A poluição com esgoto “clandestino oficial” foi só piorando a qualidade da água até que no começo da década de 1990 o bombeamento para a represa Billings foi proibido, porque as águas do Rio Pinheiros estavam contaminando a represa.

Saiba mais:“Rio Pinheiros – Sua História e Perspectivas”

Planeta Sustentável: https://goo.gl/vPdrwR

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